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%\autor{Gustavo Noronha Silva}
%\titulo{O etnocentrismo da teoria evolucionista}
%\local{Universidade Estadual de Montes Claros / UNIMONTES}
%\data{agosto / 2003}
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%\capa
%
%\local{Montes Claros}
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%\folhaderosto

\begin{document}

\begin{espacosimples}
  \begin{center}
    O Difisionismo: uma crítica ao Evolucionismo\\
  \end{center}
  \flushright{Gustavo Noronha Silva\footnote{Acadêmico do
      segundo período do turno da manhã do curso de Ciências 
      Sociais da Universidade Estadual de Montes Claros, UNIMONTES}}
\end{espacosimples}

O  difusionismo tem  uma relação  dual  com o  evolucionismo. A  mesma
ligação forte  com a  história é perceptível  em ambas e  ambas também
pretendiam  conhecer as  leis que  determinaram o  desenvolvimento das
culturas diversas. Em contra-partida, os difusionistas acreditavam que
as culturas se desenvolviam  a partir dos contatos estabelecidos entre
elas. Os evolucionistas colocavam a evolução humana como resultado das
diversas   invenções  e   melhoramentos   tecnológicos,  enquanto   os
difusionistas acreditavam que eram raras as invenções.

As culturas trocavam-se entre si, e daí surgiam as evoluções. Algo novo na cultura era extremamente raro. 

\textbf{Referência Bibliográfica}

\noindent MORGAN, Levis. \emph{A Sociedade Primitiva}. São Paulo:
Martins Fontes, 1974.

\noindent SILVA, Álvaro Ferreira. \emph{Introdução
Às Ciências Sociais}. Parte 3. Disponível em: $<$http://www.fe.unl.pt/FE/cadeiras/intcienciassociais/downloads/\\introducaoascienciassociaisparte3.pdf$>$.
Acesso em 15 ago. 2003.

\end{document}
